A Ressureição não aconteceu no Domingo! Parte 1

Esteve Jesus Três dias e três noites na sepultura, como disse em Mateus 12:40?Poderá você calcular três dias e três noites entre o pôr do sol de “Sexta-feira Santa” e o nascer do sol do “Domingo de Páscoa”?

Hoje é comumente aceito que Jesus foi crucificado na sexta-feira e que ressuscitou aproximadamente ao nascer do sol na manhã do Domingo de Páscoa.

Entre os que professam o cristianismo quase ninguém pensa em indagar, ou provar, essa tradição de “Sexta-feira Santa” e “Domingo de Páscoa”. Porém a Bíblia nos admoesta a examinar (provar) todas as coisas (1 Tessalonicense 5:21).

Para encontrar a prova, só existe uma autoridade digna de confiança, somente um registo histórico – a Bíblia.

 A tradição nada prova

 Não houve testemunha da ressurreição. Mesmos os chamados “Padres Apostólicos” não possuíam fonte alguma de informação, a não ser esse registro que hoje esta a nossa disposição – a revelação bíblica. Qualquer tradição, portanto que esta em conflito com a revelação de Deus, tem que ser rejeitada.

Quais são os fatos registrados?

Duvidosos, os fariseus pediram a Jesus um sinal – uma evidência sobrenatural – uma prova do Seu caráter messiânico.

Jesus respondeu: Uma geração má e adúltera pede um sinal, porém, não se lhe dará outro sinal senão o do profeta Jonas; Pois, como Jonas esteve três dias e três noites no ventre da baleia, assim estará o Filho do homem três dias e três noites no seio da terra”, Mateus 12:39-40.

Agora considere, por favor, a tremenda importância – o transcendente significado – da declaração de Jesus. Ele disse expressamente que o único sinal como prova de ser Ele o Messias seria apenas os três dias e as três noites que Ele, ou o Messias, permaneceria na sepultura, “no seio da terra”.

 O significado do sinal

 Esses fariseus que rejeitavam a Jesus exigiam provas. Jesus, porém, só lhes ofereceu uma evidência. Essa evidência não era o fato da ressurreição em sim o lapso de tempo que haveria de repousar na tumba, antes de ser ressuscitado.

Pense no que isso significa! Jesus colocou em jogo a Sua afirmação de ser o nosso Salvador, prometendo que iria ficar na tumba exatamente três dias e três noites. Se permanecesse três dias e três noites na terra, ou no túmulo, isso provaria que Ele era realmente o Salvador – do contrário, deveríamos rejeitá-Lo como um impostor.

Não é de admirar que Satanás tenha levado os incrédulos a zombarem da história de Jonas e a “baleia”! Não é de admirar que o Diabo tenha estabelecido uma tradição que nega que Jesus é o Messias!

 O dilema da alta crítica

 Essa única prova sobrenatural dada por Jesus como evidência do Seu caráter messiânico, tem perturbado grandemente os comentaristas e os altos críticos da Bíblia. Os seus esforços para racionalizarem, de forma satisfatória, essa única prova da divindade de Cristo, são ridículos ao extremo.

Tem que ser assim, pais eles precisam dar uma justificativa, senão suas tradições de “Sexta-feira Santa” e “Domingo de Páscoa” caem por água abaixo!

Uma comentarista concluiu: “Sabemos, é claro, que Jesus realmente só ficou na tumba metade do tempo que Ele esperava ficar!” Outros expositores se impõem a nossa credulidade, a ponto de quererem que acreditemos que “na língua grega, na qual o Novo Testamento foi escrito, a expressão ‘três dias e três noites’ indicam três períodos, seja de dia ou de noite”.

Jesus, dizem eles, foi colocado na sepultura pouco antes do pôr do sol de sexta-feira e ressuscitou ao amanhecer de domingo – duas noites e um dia.

  1. #1 por LUIZ CARLOS CAMPAGNER em março 14, 2021 - 6:52 pm

    Boa tarde! Poderiam esclarecer a seguinte dúvida:
    Se Jesus morreu em 14 de nisan, então como entender a última ceia de Cristo? Se foi no anoitecer de 13 de nisan, então não houve um cordeiro imolado?
    Então como entender Mateus 26:17: “E, no primeiro dia da festa dos pães ázimos, chegaram os discípulos junto de Jesus, dizendo: Onde queres que façamos os preparativos para comeres a páscoa?”
    Eu entendo que “no primeiro dia dos pães ázimos era era 14 de nisan, o dia em que os cordeiros eram imolados no Templo, “para comeres a páscoa” no princípio do anoitecer de 14 de nisan.
    Grato.

  2. #2 por LUIZ CARLOS CAMPAGNER em março 14, 2021 - 6:55 pm

    Corrigindo o texto enviado anteriormente:

    Boa tarde! Poderiam esclarecer a seguinte dúvida:
    Se Jesus morreu em 14 de nisan, então como entender a última ceia de Cristo? Se foi no anoitecer de 13 de nisan, então não houve um cordeiro imolado?
    Então como entender Mateus 26:17: “E, no primeiro dia da festa dos pães ázimos, chegaram os discípulos junto de Jesus, dizendo: Onde queres que façamos os preparativos para comeres a páscoa?”
    Eu entendo que “no primeiro dia dos pães ázimos” era 14 de nisan, o dia em que os cordeiros eram imolados no Templo, “para comeres a páscoa” no princípio do anoitecer de 15 de nisan (segunda noite da festa dos pães ázimos)
    Grato.

  3. #3 por João Carvalho em março 14, 2021 - 6:59 pm

    A Páscoa e o jantar aconteceu na mesma noite. Eles tiveram o jantar e depois Jesus instituiu a Páscoa. Jesus teve de morrer exatamente no dia 14 que é a Páscoa. O dia de Deus é de por-do-sol ao por-do-sol.
    -João

  4. #4 por João Carvalho em março 15, 2021 - 6:02 pm

    Luiz,

    As vezes as coisas são mais simples do que queremos. As escrituras falam claramente quando a Páscoa deve ser celebrada. E é no dia 14 de Abibe. Então sabendo ou não de qualquer coisa, uma coisa é certa, o Senhor teria de morrer no dia 14 de Abibe como sendo nosso Cordeiro de sacrifício. O resto, entendendo ou não de várias coisas só são detalhes. As escrituras foram preenchidas.
    -João

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