A Ressureição não aconteceu no Domingo! Parte 2

A definição bíblica

 Apesar disso, a definição bíblica da duração de “noites e dias” é simples.

Esses mesmos críticos especialistas admitem que no hebraico, idioma em que o livro de Jonas foi escrito a expressão “três dias e três noites” significam um período de 72 horas – três dias de doze horas e três noites de doze horas.

Note, pois, em Jonas 1:17: “Preparou, pois, o SENHOR um grande peixe, para que tragasse a Jonas; e esteve Jonas três dias e três noites nas entranhas do peixe.” Isso, os críticos admitem, foi um período de 72 horas. E Jesus afirmou categoricamente que como Jonas esteve três dias e três noites no ventre do grande peixe assim também Ele ficaria o mesmo espaço de tempo dentro da sepultura.

Jonas esteve 72 horas na “sepultura”. Depois Ele foi ressuscitado por Deus milagrosamente ao ser vomitado na praia – tornando-se o “salvador” do povo de Nínive quando lhes proclamou a advertência divina. Assim também, Jesus ficaria 72 horas na sepultura para dali ser ressuscitado por Deus e se tornar o Salvador do mundo.

Será que Jesus sabia quantas horas há em um “dia” e em uma “noite? Jesus respondeu, Não há doze horas no dia? Se alguém andar de dia, não tropeça, porque vê a luz deste mundo; Mas, se andar de noite, tropeça, porque nele não há luz”, João 11:9-10.

Note a definição bíblica da expressão “o terceiro dia”. O exame de texto após texto nos demostra que Jesus ressuscitou ao terceiro dia. Note como a Bíblia define o tempo necessário para completar “o terceiro dia”.

Em Gênesis 1:4-13, “E Deus chamou à luz Dia; e às trevas chamou Noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro. E disse Deus: Haja uma expansão no meio das águas, e haja separação entre águas e águas. E fez Deus a expansão, e fez separação entre as águas que estavam debaixo da expansão e as águas que estavam sobre a expansão; e assim foi. E chamou Deus à expansão Céus, e foi a tarde e a manhã, o dia segundo. E disse Deus: Ajuntem-se as águas debaixo dos céus num lugar; e apareça a porção seca; e assim foi. E chamou Deus à porção seca Terra; e ao ajuntamento das águas chamou Mares; e viu Deus que era bom. E disse Deus: Produza a terra erva verde, erva que dê semente, árvore frutífera que dê fruto segundo a sua espécie, cuja semente está nela sobre a terra; e assim foi. E a terra produziu erva, erva dando semente conforme a sua espécie, e a árvore frutífera, cuja semente está nela conforme a sua espécie; e viu Deus que era bom. E foi a tarde e a manhã, o dia terceiro”.

Aqui encontramos a única definição bíblica que explica e calcula o espaço de tempo incluído na expressão “o terceiro dia”. Isto inclui três períodos de escuridão chamados “trevas” e três períodos de luz chamados “dia”- três dias e três noites. Jesus disse que cada dia continha 12 horas – um total de 72 horas.

Isso tem que ser conclusivo! Qualquer criança de sete anos de idade poderia calculá-lo facilmente.

 Qual é o erro?

 O que está errado com essas palavras simples e claras de Jesus? Como então, esses teólogos “prudentes e sábios” sabem que Jesus foi crucificado na “Sexta-feira” e ressuscitou no “Domingo de Páscoa”?!

A resposta simplesmente é: Eles não sabem – porque não é verdade! E meramente tradição, uma tradição que nos foi ensinada desde a infância e que descuidadamente temos aceitado! Jesus nos advertiu, em Marcos 7:13, a não invalidar, assim, a palavra de Deus pela nossa tradição.

Já examinamos duas testemunhas bíblicas da presença do corpo de Jesus na tumba, como sendo três dias e três noites, que a Bíblia claramente define como 72 horas. Agora vamos examinar mais quatro testemunhas bíblicas que provam a mesma coisa.

Note Marcos 8:31: “E começou a ensinar-lhes que importava que o Filho do homem padecesse muito, e que fosse rejeitado pelos anciãos e príncipes dos sacerdotes, e pelos escribas, e que fosse morto, mas que depois de três dias ressuscitaria”.

Se Jesus tivesse morrido na sexta-feira, e ressuscitado um dia depois, a ressurreição teria ocorrido no sábado à tarde. Se acontecesse depois de dois dias, teria caído no domingo a tarde, e se ocorresse DEPOIS DE TRÊS DIAS, a ressurreição teria caído na tarde de segunda-feira!

Examine o texto cuidadosamente! Mesmo que use qualquer método aritmético, de modo nenhum você encontrará um valor diferente de 72 horas (três dias e três noites) numa ressurreição que ocorreu três dias DEPOIS da crucificação.

Se Jesus apenas tivesse ficado na sepultura, do pôr do sol de sexta-feira (Sexta-feira da paixão) até o nascer do sol de domingo (Domingo de Páscoa), a conclusão teria sido que também esse texto deveria ser rasgado e tirado da sua Bíblia; de outra forma teríamos que admitir que Jesus foi um impostor e, assim, rejeita-Lo!

Note agora Marcos 9:31, “Porque ensinava os seus discípulos, e lhes dizia: O Filho do homem será entregue nas mãos dos homens, e matá-lo-ão; e, morto ele, ressuscitará ao terceiro dia”. Não poderia ser um segundo a mais do que 72 horas, para que Jesus ressuscitasse ainda ao terceiro dia. E não poderia ser do pôr do sol de sexta-feira até o nascer do sol de domingo, porque então seriam 36 horas, levando-nos apenas ao meio do segundo dia, após a morte.

Em Mateus 27:63, refere-se que Jesus havia dito, “Depois de três dias ressuscitarei”. O que significa que não poderia ser calculadas menos de 72 horas completas.

E em João 2:19-21, Jesus respondeu, e disse-lhes: Derribai este templo, e em três dias o levantarei. Disseram, pois, os judeus: Em quarenta e seis anos foi edificado este templo, e tu o levantarás em três dias? Mas ele falava do templo do seu corpo”. Para ser levantado EM três dias, depois de ser destruído, ou crucificado e enterrado, não poderia ser mais do que 72 horas.

Se tivermos que aceitar todos os testemunhos bíblicos, teremos que concluir que Jesus esteve exatamente três dias e três noites – três dias inteiros de 24 horas cada um – 72 horas na sepultura,ou então, a única prova sobrenatural que Ele deu falhou.

 A hora da ressurreição

 Agora note cuidadosamente o seguinte: Para permanecer três dias e três noites – 72 horas – na sepultura, nosso Senhor tinha que ressuscitar na mesma horado dia em que o Seu corpo foi colocado na tumba.

Atendemos para esse fato importante!

Se encontrarmos a hora de Seu enterro, então poderemos saber a hora do dia da ressurreição. Se por exemplo, o enterro fosse ao nascer do sol, então, para que o corpo ficasse três dias e três noites na tumba, a ressurreição igualmente teria que ocorrer ao nascer do sol, três dias depois. Se o enterro fosse ao meio dia, a ressurreição seria ao meio dia. Se o enterro acontecesse ao por do sol, a ressurreição teria que ser ao pôr do sol, três dias depois.

O dia da crucificação era chamado “dia da preparação”, ou o dia antes do “Sábado” (Mateus 27:62; Marcos 15:42; Lucas 23:54). Esse dia terminava ao pôr do sol, de acordo com o cálculo bíblico (Levíticos 23:32).

Jesus “clamou com grande voz”, logo após a “hora nona”, que corresponde às três horas da tarde (Mateus 27:46-50; Marcos 15:34-37; Lucas 23:44-­46).

Entretanto, Jesus foi enterrado antes do final desse mesmo dia – antes do por do sol (Mateus 27:57-60; Lucas 23:52-54; João 19:42).

João adiciona, Ali, pois (por causa da preparação dos judeus, e por estar perto aquele sepulcro), puseram a Jesus”, João 19:42. De acordo com as leis observadas pelos judeus, todos os corpos mortos deveriam ser enterrados antes do começo do Sábado ou de um dia de festa solene. Por isso Jesus foi enterrado antes do par do sol do mesmo dia que morreu. Ele morreu logo depois das 3 horas da tarde.

Portanto – note cuidadosamente – o enterro do corpo de Cristo foi no final da tarde, entre 3 horas e o par do sol, como provam as escrituras.

E desde que a ressurreição tinha que ocorrer na mesma hora do dia, três dias depois, a ressurreição de Cristo, portanto, ocorreu não ao nasceu do sol, porém no final da tarde, próximo ao pôr do sol. Tão surpreendente quanto pareça, no entanto, essa é a pura verdade da Bíblia!

Se Jesus tivesse saído da tumba a qualquer outra hora, Ele não poderia ter permanecido três dias e três noites nela. E se isso tivesse realmente acontecido, só poderíamos concluir que Ele deixara de provar, pelo único sinal prometido, que Ele era verdadeiramente o Messias, o Filho de Deus-vivo.

Com a promessa desse sinal, Jesus colocou em jogo a Sua reputação. Portanto, mais uma tradição, ha longo tempo venerada, cai por terra.

Estudemos mais…

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